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Esporte

Morre Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro e recordista mundial de pontos.

Um dos maiores nomes da história do esporte nacional, Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, após passar mal e ser internado na Grande São Paulo. A causa da morte não foi divulgada.

Miriam Tellini | Data: 17/04/2026 17:11

Referência dentro e fora das quadras, o “Mão Santa” construiu uma carreira marcada por recordes, participações olímpicas e atuações históricas com a seleção brasileira e clubes no Brasil e no exterior

O basquete brasileiro se despede de um de seus maiores nomes. Oscar Schmidt não foi apenas um jogador extraordinário foi um símbolo de uma geração e de um jeito apaixonado de viver o esporte.

foto: reprodução

Dono de um dos arremessos mais conhecidos do mundo, o “Mão Santa” transformou talento em legado. Ao longo de décadas, construiu uma carreira marcada por números impressionantes, mas, sobretudo, por momentos que ficaram na memória de quem acompanhou suas atuações. Entre eles, a vitória sobre os Estados Unidos nos Jogos Pan-Americanos de 1987 segue como um dos episódios mais marcantes da história do basquete brasileiro.

Com passagens por clubes no Brasil e na Europa e presença constante na seleção brasileira, Oscar disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos. Feito que diz muito sobre sua longevidade e dedicação.

Em quadra, era intensidade, confiança e liderança. Fora dela, tornou-se referência e inspiração para gerações de atletas.
O reconhecimento veio do mundo inteiro. Sua entrada no Hall da Fama da FIBA e as homenagens do Comitê Olímpico do Brasil ajudam a dimensionar a grandeza de sua trajetória, mas não conseguem traduzi-la por completo.

No Vale do Paraíba, mesmo sem ter defendido equipes locais, seu nome também encontrou lugar. Em Ilhabela, o ginásio municipal leva seu nome, um gesto simbólico que reflete o respeito e a admiração conquistados ao longo dos anos.

Oscar Schmidt parte deixando mais do que recordes. Deixa uma história construída com coragem, personalidade e amor pelo jogo. Uma história que segue viva nas quadras, nas arquibancadas e na memória de todos que, em algum momento, vibraram com seus arremessos quase impossíveis.

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